Biblioteca LGBTQI+ | Opus Diversidades

A Opus Diversidades está a desenvolver um projecto que será ainda maior com o teu contributo.

Estamos a organizar uma Biblioteca LGBTQI+, dirigida à comunidade e a todos os que se interessam por esta temática.

Uma Biblioteca inclusiva*, construída por todas as pessoas e para todas as pessoas.

Como uma Biblioteca não se faz sem livros, se costumas dar os livros que já leste, se tiveres uma colecção e não souberes a quem a deixar, se já não tens espaço nas estantes, se tiveres algum livro encostado e esquecido numa prateleira, …

esta é a tua oportunidade de ajudar.

As Editoras também estão a colaborar connosco, mas um livro doado tem outro sabor 😉

Envia um e-mail para: geral@opusdiversidades.org e combinamos a forma de envio /entrega.

ᐯᗩᗰO ᗪᗩᖇ ᑌᗰᗩ Oᐯᗩ Iᗪᗩ O IᐯᖇO E OᑎᔕTᖇᑌI ETE ᑭᖇOETO ᒍᑌᑎTO!

* Nota: Procuramos livros de todos os géneros (romances, contos, crónicas, ensaios, biografias, poesia, fotografia, literatura infantil, peças de teatro e textos dramatúrgicos, livros técnicos, obras pedagógicas e didácticas, etc.) cuja temática, personagens ou autoria sejam, de algum modo, LGBTQI+.

ESCLARECIMENTO

| 𝗘𝗦𝗖𝗟𝗔𝗥𝗘𝗖𝗜𝗠𝗘𝗡𝗧𝗢 |

𝐈𝐧𝐜𝐨𝐧𝐬𝐭𝐢𝐭𝐮𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐚 𝐋𝐞𝐢 𝐝𝐚 𝐀𝐮𝐭𝐨𝐝𝐞𝐭𝐞𝐫𝐦𝐢𝐧𝐚çã𝐨 𝐝𝐞 𝐆é𝐧𝐞𝐫𝐨 𝐞 𝐝𝐚 𝐏𝐫𝐨𝐭𝐞𝐜çã𝐨 𝐝𝐚𝐬 𝐂𝐚𝐫𝐚𝐜𝐭𝐞𝐫í𝐬𝐭𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐒𝐞𝐱𝐮𝐚𝐢𝐬 |
Contrariamente ao que, infelizmente, tem sido reproduzido nos títulos de muitos artigos e notícias na Comunicação Social, o Tribunal Constitucional não declarou a inconstitucionalidade da Lei n.º 38/2018, de 7 de Agosto.
Muito menos deu razão aos 86 deputados que pediram a fiscalização sucessiva da constitucionalidade da lei.
Ou seja, não põe em causa a 𝐠𝐚𝐫𝐚𝐧𝐭𝐢𝐚 𝐝𝐨 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐢𝐭𝐨 à 𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐞 𝐠é𝐧𝐞𝐫𝐨 𝐞 𝐝𝐞 𝐞𝐱𝐩𝐫𝐞𝐬𝐬ã𝐨 𝐝𝐞 𝐠é𝐧𝐞𝐫𝐨 𝐞 𝐚 𝐩𝐫𝐨𝐢𝐛𝐢çã𝐨 𝐝𝐞 𝐝𝐢𝐬𝐜𝐫𝐢𝐦𝐢𝐧𝐚çã𝐨 𝐧𝐨 𝐬𝐢𝐬𝐭𝐞𝐦𝐚 𝐞𝐝𝐮𝐜𝐚𝐭𝐢𝐯𝐨, nem acolhe a pretensão daqueles deputados relativamente à 𝐢𝐦𝐩𝐨𝐬𝐢çã𝐨 𝐩𝐞𝐥𝐨 𝐄𝐬𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐝𝐞𝐭𝐞𝐫𝐦𝐢𝐧𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐢𝐝𝐞𝐨𝐥𝐨𝐠𝐢𝐚𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐝𝐞𝐯𝐞𝐫𝐢𝐚𝐦 𝐬𝐞𝐫 𝐝𝐚 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐨𝐧𝐬𝐚𝐛𝐢𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐚𝐬 𝐟𝐚𝐦í𝐥𝐢𝐚𝐬.
O Tribunal Constitucional não aceitou o pedido de 𝐩𝐫𝐨𝐢𝐛𝐢çã𝐨 𝐝𝐚 𝐩𝐫𝐨𝐠𝐫𝐚𝐦𝐚çã𝐨 𝐢𝐝𝐞𝐨𝐥ó𝐠𝐢𝐜𝐚 𝐝𝐨 𝐞𝐧𝐬𝐢𝐧𝐨 𝐩𝐞𝐥𝐨 𝐄𝐬𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐞 𝐥𝐢𝐛𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐞 𝐩𝐫𝐨𝐠𝐫𝐚𝐦𝐚çã𝐨 𝐝𝐨 𝐞𝐧𝐬𝐢𝐧𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐜𝐮𝐥𝐚𝐫.
A declaração de inconstitucionalidade diz respeito a aspectos meramente formais, administrativos e processuais, quanto aos nºs. 1 e 3 do artigo 12º.Tratando-se de questões de Direitos, Liberdades e Garantias, o Tribunal Constitucional defende que a regulamentação da Lei, relativamente às escolas, terá de ser feita em sede parlamentar e não por decreto do governo, tal como foi feito em 2019, por despacho conjunto da Senhora Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade e do Senhor Secretário de Estado da Educação.
Os direitos prescritos na Lei permanecem salvaguardados, contrariamente ao pretendido por aqueles deputados.
Tendo a Lei sido aprovada na Assembleia da República, mais fácil será aprovar, em sede parlamentar, a respectiva regulamentação de apenas dois pontos.
A Opus Diversidades lamenta a utilização de expressões incorrectas e que induzem em erro, nos Títulos de órgãos de comunicação de referência, sem correspondência com a verdade dos factos nem com os conteúdos dos artigos respectivos, apenas norteada por princípios de sensacionalismo e 𝒄𝒍𝒊𝒄𝒌𝒃𝒂𝒊𝒕, totalmente contrários ao Código Deontológico da profissão.
A Direcção da 𝗢𝗽𝘂𝘀 𝗗𝗶𝘃𝗲𝗿𝘀𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲𝘀

CANCELADA | Marcha LGBTI+ de Lisboa

| MARCHA CANCELADA |
Por motivos superiores, e com os desenvolvimentos das últimas horas, que estão fora do nosso controlo, a Comissão que organiza a Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa decidiu cancelar a marcha.
Lê o comunicado para mais informações!#ParaSempreAMarchar

COMUNICADO OFICIAL

A Comissão Organizadora (CO) da Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa voltou hoje, 18 de junho, a reunir-se, às 21 horas, após receber um parecer tardio da Direção Geral de Saúde desfavorável a esta manifestação.
Ao longo dos últimos meses, a CO contactou todas as entidades competentes – Câmara Municipal de Lisboa, Polícia de Segurança Pública e Direção Geral de Saúde – informando-as da intenção de manifestação e de todas as medidas excecionais que previa tomar para mitigar os perigos de propagação do vírus SARS-CoV-2.
Apesar das tentativas de contacto continuadas ao longo de dois meses, no sentido de preparar este evento com as melhores condições, recomendações e segurança possíveis, apenas na véspera a Direção Geral de Saúde remeteu à CO um parecer desfavorável.
Este atraso na emissão do parecer técnico impossibilitou-nos a implementação de medidas de segurança adicionais ou modelos alternativos de marcha, além de não permitir uma desconvocação responsável da mesma. Este parecer foi um fator decisivo para a mudança de posição desta CO, que hoje deliberou pela não realização da Marcha do Orgulho planeada para sábado, dia 19 de junho, contrariamente ao comunicado no dia 17 de junho.
A emissão de um parecer tão desfavorável num momento em que já nem um cancelamento público é eficaz acaba por se traduzir, na prática, numa forma encapotada de limitação de direitos políticos, em concreto, do direito de manifestação.
Sentimos que a DGS demonstrou uma desconsideração pelas sucessivas tentativas de contacto para planeamento duma marcha política segura, e ainda um profundo desconhecimento sobre a sua natureza e o que esta representa para a nossa comunidade.
Ademais, consideramos que as medidas de mitigação recomendadas ao nosso movimento para a realização de uma marcha num momento epidemiológico mais favorável (leia-se, adiamento da manifestação) incluem um conjunto alargado de pontos inexequíveis. Entre estes, é-nos recomendada a medição de temperatura corporal, a existência de instalações sanitárias e de isolamento, e um registo de todas as pessoas participantes. Algumas recomendações levantam questões quanto à sua constitucionalidade e legalidade, merecendo uma enorme preocupação por parte da Comissão Organizadora da Marcha de Orgulho LGBTI+ de Lisboa.
Numa altura de regressão de direitos e perante todos os cuidados e medidas propostos e divulgados por esta Comissão Organizadora, consideramos este parecer e o tempo em que chegou um desrespeito e erro político. Não obstante, reconhecemos e partilhamos com a Direção Geral de Saúde a preocupação com a evolução da pandemia e agradecemos o trabalho que desempenha na contenção da mesma.
A Comissão Organizadora da Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa, tal como em 2020, continuará a lutar pela defesa dos direitos da comunidade.
Desconfinar direitos, afastar preconceitos!
Comissão Organizadora da Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa

22ª Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa 2021 | Junta-te à Opus Diversidades

Ver aqui o nosso vídeo

Partilha com quem conheças e queira juntar-se a nós! Bloco 4!
O mote é marchar com todas as cores do arco-íris., com toda a segurança.
Este Sábado dia 19 de Junho, pelas 17h30, estaremos na Avenida da Liberdade.
Pelas 18h ocorre a 22ª Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa, vem daí!
Traz a tua voz e motivação!
❤#opusdiversidades#clubesafo#queertropical#MarchaOrgulho2021#MOL21

A OPUS DIVERSIDADES DIZ NÃO à Homofobia, à Bifobia e à Transfobia

Dia 17 de Maio – IDAHOT 2021
🏳️‍🌈🏳️‍⚧ Together: Resisting, Supporting, Healing!
🏳️‍🌈🏳️‍⚧ Em Conjunto: Resistir, Apoiar, Cicatrizar!

A Direcção da Opus Diversidades agradece ao Rúben F. Lopes pela edição do vídeo
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IRS – Ajude-nos a ajudar!


Este ano, quando preencher a sua declaração de IRS, ajude 1 Associação à sua escolha.
0.5% do valor do seu IRS é atribuído à Instituição que escolher.
Somos a Obra Gay Associação – Opus Diversidades.
Com a sua ajuda, podemos fazer mais e melhor.

Coloque 504 455 311 no Modelo 3 da sua declaração de IRS.


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